Quem disse que o México não é de ninguém?
É sim, é dos mexicanos!
Quem disse que a bandalheira tomou conta das ruas, das praças e das cidades?
O povo ainda está aqui!
Quem são os que lutam pelo país?
Aqueles que ainda tem orgulho de ser mexicano.
Até quando vai essa guerra?
Quando houver respaldo popular, quando a sociedade, de verdade, se manifestar. Quando o grito pela verdade e pela justiça realmente soar e quando os que podem falar, assumirem este seu poder e os que pensam em seus bolsos forem substituídos; quando o povo tiver educação e aprender os seus direitos. Quando a transparência for explícita e os interessados em governar queiram fazê-lo pelos outros e não por eles mesmos.
Vai terminar??
¿Hasta cuando?
¿Quién dice que México no es de nadie?
¡Si, es de los mexicanos!
¿Quién dice que la bandidaje tomó cuenta de las calles, de los jardines y de las ciudades?
¡El pueblo todavía está aquí!
¿Quién son los que luchan por el país?
Aquellos que aún tienen orgullo de ser mexicano.
¿Hasta cuándo va a ir esa guerra?
Hasta cuando haya apoyo popular, cuando la sociedad, de verdad, se manifestar. Cuando el grito por la verdad y por la justicia realmente sonar y cuando los que pueden hablar asuman este su poder y los que piensan en sus bolsillos sean sustituidos; cuando el pueblo tenga educación y aprenda sus derechos. Cuando la transparencia sea explícita y los interesados en gobernar quieran hacerlo por los otros y no por ellos mismos.
¿Va a terminar??
O deserto se dispersa em amarelos, variações de uma só cor. O céu intenso, a pouca chuva. As comidas, os sabores, suas cores. O tempero,"chilis" de muitas espécies, dor e delícia de cada mexicano. Povo de festa, que adora a morte, que reclama vida. Assim é o México. Assim, os mexicanos. Aqui te conto. Aqui te espanto. Aqui te canto em prosa e em verso. Crônicas do México. Contos Mexicanos.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Uma vela por todos eles / Una vela por todos ellos
O corpo pálido e suave se desfaz no calor da chama que ela mesma sustenta inexorável, persistente.
As lágrimas que escorrem densas e incólumes não espreitam a dor, não reclamam pranto
Só, se derrete,
infla
encolhe
espera o fim, até que seja nada
resto de vida, de luz, de sorte
Ora pro nobis
Em penumbra se apaga
já não existe,
apenas escuridão
e morte.
Já são 45 mil mortos nessa guerra, nesse país de meu Deus.
Una vela por todos ellos
El cuerpo pálido y suave se deshace en el calor de la llama que ella misma sostene inexorable, persistente.
Las lágrimas que escurren densas e incólumes no acechan el dolor, no reclaman llanto
Sola, se derrite,
infla.
encoje
Espera por el fin, hasta que sea nada
Resto de vida, de luz, de suerte
Ora pro nobis
En penumbra se apaga,
ya no existe,
a penas oscuridad
y muerte.
Ya son 45 mil muertos en esa guerra, en ese país de mi Dios.
As lágrimas que escorrem densas e incólumes não espreitam a dor, não reclamam pranto
Só, se derrete,
infla
encolhe
espera o fim, até que seja nada
resto de vida, de luz, de sorte
Ora pro nobis
Em penumbra se apaga
já não existe,
apenas escuridão
e morte.
Já são 45 mil mortos nessa guerra, nesse país de meu Deus.
Una vela por todos ellos
El cuerpo pálido y suave se deshace en el calor de la llama que ella misma sostene inexorable, persistente.
Las lágrimas que escurren densas e incólumes no acechan el dolor, no reclaman llanto
Sola, se derrite,
infla.
encoje
Espera por el fin, hasta que sea nada
Resto de vida, de luz, de suerte
Ora pro nobis
En penumbra se apaga,
ya no existe,
a penas oscuridad
y muerte.
Ya son 45 mil muertos en esa guerra, en ese país de mi Dios.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Flores das saudades / Flores de los anhelos
Ai ai
Que tem?
Saudade
De quem?
do cravo, da rosa, da malva cheirosa.(canção popular brasileira)
O cultivo de jardim não é uma prática mexicana, mas tenho visto flores de muitas espécies e acredito que de todas que há aqui, também há no Brasil e vice-versa.
Da minha infância trago a lembrança da espirradeira, pequena árvore frondosa em flores de cor rosa que enfeitava nosso jardim.
Da juventude, o cheiro forte do arbusto com folhas de palmeira que trazia no centro um grande abacaxi. Nunca soube seu nome, o tenho na memória do olfato.
Mas a que eu mais gosto é aquela que só exala perfume quando já é noite, quando sopra a brisa suave, quando o ar é mais leve e acolhedor, como os sonhos e as doces lembranças, e que semeei em meu jardim mexicano. Cada noite que chego em casa, ela me alegra e refresca com seu aroma tão forte e tão suave, tão doce como o veneno, tão único como costumam ser os solitários. Então, numa dessas noite atravessei o jardim e seu perfume me encheu as narinas, alcançou minha alma e o meu coração. Invadiu-me a nostalgia, incensando lembranças de infância, ardendo o calor das noites de verão, cálidas como as memórias que abraço agora. Arranquei um ramo pra que ele transpirasse em meu quarto doces sonhos cozidos no mel que exala essa Dama da Noite, que é igual aqui como a de lá.
Flores de los anhelos
Ai ai
¿Que tiene?
Anhelo
¿De quién?
del clavo, de la rosa, de la malva perfumada.(canción popular brasileña)
El cultivo de jardines no es una práctica mexicana, pero he visto flores de muchas especies y creo que de todas las que hay aquí, también hay en Brasil y viceversa.
De mi niñez traigo el recuerdo de la adelfa, pequeño árbol frondoso en flores de color rosa que adornaba nuestro jardín.
De la juventud, el aroma fuerte del arbusto con hojas de palmas que traía en el centro una gran piña. Nunca supe su nombre, lo guardo en la memoria del olfato.
Pero la que más me gusta es aquella que solo exhala perfume cuando ya es noche, cuando sopla la brisa suave, cuando el aire es más ligero y acogedor, como los sueños y los dulces recuerdos y que sembré en mi jardín mexicano. Cada noche que llego a casa, ella me alegra y refresca con su aroma tan fuerte y suave, tan dulce como el veneno, tan único como solen ser los solitarios. Entonces, en una de esas noches atravesé el jardín y su perfume me llenó las narices, alcanzó mi alma y mi corazón. Me invadió la nostalgia, incensando recuerdos de niñez, ardiendo el calor de las noches de verano, cálidas como las memorias que abrazo ahora.
Arranqué una rama para que ella traspirase en mi cuarto dulces sueños cocidos en la miel que exhala esa Dama de la Noche, que es igual aquí como la de allá.
Que tem?
Saudade
De quem?
do cravo, da rosa, da malva cheirosa.(canção popular brasileira)
O cultivo de jardim não é uma prática mexicana, mas tenho visto flores de muitas espécies e acredito que de todas que há aqui, também há no Brasil e vice-versa.
Da minha infância trago a lembrança da espirradeira, pequena árvore frondosa em flores de cor rosa que enfeitava nosso jardim.
Da juventude, o cheiro forte do arbusto com folhas de palmeira que trazia no centro um grande abacaxi. Nunca soube seu nome, o tenho na memória do olfato.
Mas a que eu mais gosto é aquela que só exala perfume quando já é noite, quando sopra a brisa suave, quando o ar é mais leve e acolhedor, como os sonhos e as doces lembranças, e que semeei em meu jardim mexicano. Cada noite que chego em casa, ela me alegra e refresca com seu aroma tão forte e tão suave, tão doce como o veneno, tão único como costumam ser os solitários. Então, numa dessas noite atravessei o jardim e seu perfume me encheu as narinas, alcançou minha alma e o meu coração. Invadiu-me a nostalgia, incensando lembranças de infância, ardendo o calor das noites de verão, cálidas como as memórias que abraço agora. Arranquei um ramo pra que ele transpirasse em meu quarto doces sonhos cozidos no mel que exala essa Dama da Noite, que é igual aqui como a de lá.
Flores de los anhelos
Ai ai
¿Que tiene?
Anhelo
¿De quién?
del clavo, de la rosa, de la malva perfumada.(canción popular brasileña)
El cultivo de jardines no es una práctica mexicana, pero he visto flores de muchas especies y creo que de todas las que hay aquí, también hay en Brasil y viceversa.
De mi niñez traigo el recuerdo de la adelfa, pequeño árbol frondoso en flores de color rosa que adornaba nuestro jardín.
De la juventud, el aroma fuerte del arbusto con hojas de palmas que traía en el centro una gran piña. Nunca supe su nombre, lo guardo en la memoria del olfato.
Pero la que más me gusta es aquella que solo exhala perfume cuando ya es noche, cuando sopla la brisa suave, cuando el aire es más ligero y acogedor, como los sueños y los dulces recuerdos y que sembré en mi jardín mexicano. Cada noche que llego a casa, ella me alegra y refresca con su aroma tan fuerte y suave, tan dulce como el veneno, tan único como solen ser los solitarios. Entonces, en una de esas noches atravesé el jardín y su perfume me llenó las narices, alcanzó mi alma y mi corazón. Me invadió la nostalgia, incensando recuerdos de niñez, ardiendo el calor de las noches de verano, cálidas como las memorias que abrazo ahora.
Arranqué una rama para que ella traspirase en mi cuarto dulces sueños cocidos en la miel que exhala esa Dama de la Noche, que es igual aquí como la de allá.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A Paloma e a Tequila / La Paloma y el tequila
Dizem que antigamente mulher que bebia era mal vista. Mas dizem também que uma verdadeira mexicana nunca deixou de tomar sua tequila. Tudo tinha que ser escondido, e nas festas, ahhh, era muito chato! Ficar morrendo de vontade de tomar uma tequila e não poder, enquanto todos se divertiam, dançavam e nada de beber!
Foi então, é o que contam por aqui, que surgiu a PALOMA, bebida de mulheres: tequila disfarçada de refresco. Ninguém pensava que era tequila, que poderia embriagar, que condenaria a moça por maus costumes.
A receita, simples e deliciosa, levava tequila, limão e soda.
E assim, as mulheres podiam tomar tequila e dançar como palomas. Até hoje, o costume perdura, porque tequila é boa de qualquer maneira.
La paloma y el tequila
Dicen que antiguamente mujer que bebía era mal hablada. Pero dicen también que una verdadera mexicana nunca dejó de tomar su tequila. Había que ser a escondidas, y en las fiestas, ahhh, era muy aburrido! Quedarse muriendo de ganas de tomar un tequila y no poder, mientras todos se divertían, bailaban y nada de tomar!
Fue entonces, es lo que cuentan por aquí, que surgió la PALOMA, bebida de mujeres: tequila disfrazado de refresco. Nadie pensaba que era tequila, que podría embriagar, que condenaría la muchacha por malas costumbres.
La receta, sencilla y deliciosa, levaba tequila, limón y soda.
Y así, las mujeres podrían tomar el tequila y bailar como palomas. Hasta hoy, la costumbre perdura, porque tequila es rico de cualquier manera.
Foi então, é o que contam por aqui, que surgiu a PALOMA, bebida de mulheres: tequila disfarçada de refresco. Ninguém pensava que era tequila, que poderia embriagar, que condenaria a moça por maus costumes.
A receita, simples e deliciosa, levava tequila, limão e soda.
E assim, as mulheres podiam tomar tequila e dançar como palomas. Até hoje, o costume perdura, porque tequila é boa de qualquer maneira.
La paloma y el tequila
Dicen que antiguamente mujer que bebía era mal hablada. Pero dicen también que una verdadera mexicana nunca dejó de tomar su tequila. Había que ser a escondidas, y en las fiestas, ahhh, era muy aburrido! Quedarse muriendo de ganas de tomar un tequila y no poder, mientras todos se divertían, bailaban y nada de tomar!
Fue entonces, es lo que cuentan por aquí, que surgió la PALOMA, bebida de mujeres: tequila disfrazado de refresco. Nadie pensaba que era tequila, que podría embriagar, que condenaría la muchacha por malas costumbres.
La receta, sencilla y deliciosa, levaba tequila, limón y soda.
Y así, las mujeres podrían tomar el tequila y bailar como palomas. Hasta hoy, la costumbre perdura, porque tequila es rico de cualquier manera.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Quero gritar! / ¡Quiero gritar!
Uns gritam de dor. Outros gritam de raiva. Mas também há gritos de alegria, de esperança e de amor.
Gritos de desespero, de morte, mas também de vida.
Gritos que ameaçam, que assustam, que avisam o perigo, outros que querem liberdade.
Gritos egoístas e gritos humanitários.
Às vezes são uivos, às vezes gargalhadas.
Audíveis, ensurdecedores ou apenas silenciosos gestos que gritam.
Pode gritar a boca, o corpo ou a alma.
Um povo inteiro ou apenas um grito solitário.
Pode ser o GRITO de Hidalgo, um padre que gritou pela liberdade de seu povo, que enfrentou uma sociedade inteira, que continuou a gritar até morrer fuzilado, gritou em silêncio, até o último fôlego, e que grita até hoje, depois de sua morte.
15 de setembro. Amanhã é feriado de norte ao sul do país. Mexicanos ao grito uníssono, à meia noite, nas praças das cidades, na casa de amigos, vestidos em trajes típicos, cantando o hino nacional, comendo pozole, gritam de novo o grito de Hidalgo: Viva México!
Mas hoje eu também vou gritar, com metade do meu coração que se fez mexicano, que absorveu seus cheiros, seus sabores, seus amores. Vou gritar com toda minha força: Viva México feliz! Viva México a paz! Viva México a alegria de distribuir justiça! Viva México que trabalha! Viva México da tequila, dos mariachis vestidos de gala de noite e de dia! Viva México honesto! Viva México consciente de seus direitos e deveres!
Viva para sempre sem guerra, sem bandidagem, sem narcotráfico! Viva a família sem perdas de filhos, de pais, de irmãos! Viva em PAZ! Viva México para sempre!
¡Quiero gritar!
Unos gritan de dolor. Otros gritan de enojo. Pero también hay gritos de alegría, de esperanza y de amor. Gritos de desespero, de muerte, pero también de vida.
Gritos que amenazan, que asustan, que avisan del peligro, otros que quieren libertad.
Gritos egoístas y gritos humanitarios.
A veces son aullidos, a veces carcajadas.
Audibles, ensordecedores o a penas silenciosos gestos que gritan.
Puede gritar la boca, el cuerpo o el alma.
Un pueblo entero o apenas un grito solitario.
Puede ser el GRITO de Hidalgo, un padre que gritó por la libertad de su pueblo, que enfrentó una sociedad entera, que continuó a gritar hasta morir fusilado, gritó en silencio, hasta el último aliento, y que grita hasta hoy, después de su muerte.
15 de setiembre. Mañana es feriado de norte a sur del país. Mexicanos al grito unísono, a la media noche, en los zócalos de las ciudades, en la casa de amigos, vestidos en trajes típicos, cantando el himno nacional, cenando el pozole, gritan de nuevo el grito de Hidalgo: Viva México!
Pero hoy yo también voy a gritar, con la mitad de mi corazón que se hizo mexicano, que absorbió sus aromas, sus sabores, sus amores. Voy a gritar con toda mi fuerza: ¡Viva México feliz! Viva México la paz! Viva México la alegría de distribuir justicia! Viva México que trabaja! Viva México de la tequila, de los mariachis vestidos de gala de noche y de día! Viva México honesto! Viva México consciente de sus derechos y deberes!
Viva para siempre sin guerra, sin bandidaje, sin narcotráfico! Viva la familia sin perdidas de hijos, de padres, de hermanos! Viva en PAZ! Viva México para siempre!
Gritos de desespero, de morte, mas também de vida.
Gritos que ameaçam, que assustam, que avisam o perigo, outros que querem liberdade.
Gritos egoístas e gritos humanitários.
Às vezes são uivos, às vezes gargalhadas.
Audíveis, ensurdecedores ou apenas silenciosos gestos que gritam.
Pode gritar a boca, o corpo ou a alma.
Um povo inteiro ou apenas um grito solitário.
Pode ser o GRITO de Hidalgo, um padre que gritou pela liberdade de seu povo, que enfrentou uma sociedade inteira, que continuou a gritar até morrer fuzilado, gritou em silêncio, até o último fôlego, e que grita até hoje, depois de sua morte.
15 de setembro. Amanhã é feriado de norte ao sul do país. Mexicanos ao grito uníssono, à meia noite, nas praças das cidades, na casa de amigos, vestidos em trajes típicos, cantando o hino nacional, comendo pozole, gritam de novo o grito de Hidalgo: Viva México!
Mas hoje eu também vou gritar, com metade do meu coração que se fez mexicano, que absorveu seus cheiros, seus sabores, seus amores. Vou gritar com toda minha força: Viva México feliz! Viva México a paz! Viva México a alegria de distribuir justiça! Viva México que trabalha! Viva México da tequila, dos mariachis vestidos de gala de noite e de dia! Viva México honesto! Viva México consciente de seus direitos e deveres!
Viva para sempre sem guerra, sem bandidagem, sem narcotráfico! Viva a família sem perdas de filhos, de pais, de irmãos! Viva em PAZ! Viva México para sempre!
¡Quiero gritar!
Unos gritan de dolor. Otros gritan de enojo. Pero también hay gritos de alegría, de esperanza y de amor. Gritos de desespero, de muerte, pero también de vida.
Gritos que amenazan, que asustan, que avisan del peligro, otros que quieren libertad.
Gritos egoístas y gritos humanitarios.
A veces son aullidos, a veces carcajadas.
Audibles, ensordecedores o a penas silenciosos gestos que gritan.
Puede gritar la boca, el cuerpo o el alma.
Un pueblo entero o apenas un grito solitario.
Puede ser el GRITO de Hidalgo, un padre que gritó por la libertad de su pueblo, que enfrentó una sociedad entera, que continuó a gritar hasta morir fusilado, gritó en silencio, hasta el último aliento, y que grita hasta hoy, después de su muerte.
15 de setiembre. Mañana es feriado de norte a sur del país. Mexicanos al grito unísono, a la media noche, en los zócalos de las ciudades, en la casa de amigos, vestidos en trajes típicos, cantando el himno nacional, cenando el pozole, gritan de nuevo el grito de Hidalgo: Viva México!
Pero hoy yo también voy a gritar, con la mitad de mi corazón que se hizo mexicano, que absorbió sus aromas, sus sabores, sus amores. Voy a gritar con toda mi fuerza: ¡Viva México feliz! Viva México la paz! Viva México la alegría de distribuir justicia! Viva México que trabaja! Viva México de la tequila, de los mariachis vestidos de gala de noche y de día! Viva México honesto! Viva México consciente de sus derechos y deberes!
Viva para siempre sin guerra, sin bandidaje, sin narcotráfico! Viva la familia sin perdidas de hijos, de padres, de hermanos! Viva en PAZ! Viva México para siempre!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Os doces Mexicanos... / Los dulces Mexicanos...
Doce e salgado, azedo e picante,
todos os sabores do amor.
Los dulces mexicanos...
Dulce y salado, agrio y picante,
todos los sabores del amor.
todos os sabores do amor.
Los dulces mexicanos...
Dulce y salado, agrio y picante,
todos los sabores del amor.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
As Ladies de Polanco
Madrugada de domingo, duas amigas voltavam da "pachanga" (balada, agito, festa). Ninguém sabe se elas estavam alcoolizadas, e ninguém tentou saber.
Barradas em uma blitz da polícia local, na Cidade do México, as mulheres ficaram iradas, não quiseram se submeter à patrulha, não quiseram conversar, nem escutar nenhum guarda falar. Saíram do carro gritando, xingando o guarda, a mãe do guarda, a blitz e quem mais aparecesse por ali. Mediram força e poder e deram um safanão no policial.
Eram indignação explícita: delas para a patrulha e pra quem assistia o show que protagonizavam.
Em tempos de redes sociais, telefones inteligentes e câmeras onipresentes, das ruas de Polanco (bairro nobre da cidade), foram parar no You Tube.
Quando suas identidades foram reveladas, soubemos que se tratava de uma ex-miss e uma ex-BBMéxico (versão mexicana do programa Big Brother).
E assim, de fama em fama...As Ladies de Polanco!
Mas o que eu queria mesmo saber é por que as ladies ficaram tão bravas com os policiais!!
Aí está o vídeo que correu o mundo.
Madrugada de domingo, dos amigas regresaban de la "pachanga".
Nadie sabe si estaban alcoholizadas, y tampoco alguien intentó saberlo.
Barradas en una blitz de la policía local, en la Ciudad de México, las mujeres se quedaron iradas, no quisieron se someter a la patrulla, no quisieron platicar, ni escuchar ninguno guardia hablar.
Salieron del coche gritando, regañando al guardia, a la madre del guardia, a la blitz y a quién más apareciera por allí. Midieron fuerza y poder y pegaron al policía.
Eran la indignación explícita: de ellas para con la patrulla y para quién asistía al show que protagonizaban.
En tiempos de las redes sociales, teléfonos inteligentes y cameras omnipresentes, de las calles de Polanco (barrio noble de la ciudad), fueron parar en el You Tube.
Cuando sus identidades fueron reveladas, supimos que se trataba de una ex-miss y una ex-BBMéxico (versión mexicana del programa Big Brother).
Y así, de fama en fama...Las Ladies de Polanco!
Pero lo que a mi realmente me gustaria saber es que por que las ladies se quedaron tan enojadas con los policias!!!
Ahí está el video que corrió el mundo.
Barradas em uma blitz da polícia local, na Cidade do México, as mulheres ficaram iradas, não quiseram se submeter à patrulha, não quiseram conversar, nem escutar nenhum guarda falar. Saíram do carro gritando, xingando o guarda, a mãe do guarda, a blitz e quem mais aparecesse por ali. Mediram força e poder e deram um safanão no policial.
Eram indignação explícita: delas para a patrulha e pra quem assistia o show que protagonizavam.
Em tempos de redes sociais, telefones inteligentes e câmeras onipresentes, das ruas de Polanco (bairro nobre da cidade), foram parar no You Tube.
Quando suas identidades foram reveladas, soubemos que se tratava de uma ex-miss e uma ex-BBMéxico (versão mexicana do programa Big Brother).
E assim, de fama em fama...As Ladies de Polanco!
Mas o que eu queria mesmo saber é por que as ladies ficaram tão bravas com os policiais!!
Aí está o vídeo que correu o mundo.
Madrugada de domingo, dos amigas regresaban de la "pachanga".
Nadie sabe si estaban alcoholizadas, y tampoco alguien intentó saberlo.
Barradas en una blitz de la policía local, en la Ciudad de México, las mujeres se quedaron iradas, no quisieron se someter a la patrulla, no quisieron platicar, ni escuchar ninguno guardia hablar.
Salieron del coche gritando, regañando al guardia, a la madre del guardia, a la blitz y a quién más apareciera por allí. Midieron fuerza y poder y pegaron al policía.
Eran la indignación explícita: de ellas para con la patrulla y para quién asistía al show que protagonizaban.
En tiempos de las redes sociales, teléfonos inteligentes y cameras omnipresentes, de las calles de Polanco (barrio noble de la ciudad), fueron parar en el You Tube.
Cuando sus identidades fueron reveladas, supimos que se trataba de una ex-miss y una ex-BBMéxico (versión mexicana del programa Big Brother).
Y así, de fama en fama...Las Ladies de Polanco!
Pero lo que a mi realmente me gustaria saber es que por que las ladies se quedaron tan enojadas con los policias!!!
Ahí está el video que corrió el mundo.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Electrolit para todos
Eles estão em grandes bacias com gelo a disposição de quem precisar.
Estão nas farmácias, nas lojas de conveniência, nos supermercados, ao alcance de todos.
Garrafinhas de líquido amarelo ou rosa. Ou ainda em garrafões, de onde se pode encher seu próprio copo.
Geladinhos, refrescantes, desintoxicantes, para colocar em ordem o que desandou.
Aqui se chama Eletrolite. No Brasil, seria apenas soro com nomes variáveis.
A primeira vez que dei de cara com esse produtinho tão corriqueiro à rotina mexicana, me perguntei por que seria tão acessível, tão necessário, tão facilmente disponibilizado.
A resposta não tardou muito a chegar.
Com tantos carrinhos e tendinhas nas ruas, com comida apetitosa (esquites: milho cozido em grãos com creme branco, queijo de cabra, limão, sal e pimenta vermelha; gaspachos: frutas picadas com suco de laranja e pimenta agridoce com pimenta doce em pó; tacos, taquitos e tacões; guacamayas: pão francês recheado com torresmo em barra - aqui conhecido como duro - maionese, vinagrete picante e fatias de abacate; entre muitas outras coisas), mas nem sempre bem acondicionada ou refrigerada, é certo que há muitos transtornos intestinais.
Assim, qualquer desarranjo, basta correr à primeira esquina e comprar, bem geladinho, um eletrolite.
Electrolit para todos
Ellos están en grandes tinas con hielo a disposición para quién lo necesite.
Están en las farmacias, en las tiendas de conveniencia, en los supermercados, al alcance de todos.
Botellitas con líquido amarillo o rosa. O aún en garrafones, de donde se puede llenar su propio vaso.
Fríos, refrescantes, desintoxicantes, para poner en orden lo que desando.
Aquí se llama Eletrolite. En Brasil, sería a penas soro con nombres variables.
La primera vez que di de cara con ese productito tan corriente a la rutina mexicana, me pregunté porque sería tan accesible, tan necesario, tan fácilmente disponible.
La respuesta no tardó mucho a llegar.
Con tantos carritos y puestitos en las calles, com alimentos apetitosos (esquites: maíz cocido en granos con crema blanca, queso de cabra, limón, sal y chili; gazpachos: frutas picadas con jugo de naranja y chili agridulce con chili en polvo; tacos, taquitos e tacones; guacamayas: bolillo relleno de duro, mayonesa, pico de gallo y rebanadas de aguacate; entre muchas otras cosas), pero ni siempre bien acondicionados o refrigerados, es cierto que hay muchos trastornos intestinales.
Así, cualquier desarreglo, basta correr a la primera esquina y comprar, bien heladito, un eletrolite.
Estão nas farmácias, nas lojas de conveniência, nos supermercados, ao alcance de todos.
Garrafinhas de líquido amarelo ou rosa. Ou ainda em garrafões, de onde se pode encher seu próprio copo.
Geladinhos, refrescantes, desintoxicantes, para colocar em ordem o que desandou.
Aqui se chama Eletrolite. No Brasil, seria apenas soro com nomes variáveis.
A primeira vez que dei de cara com esse produtinho tão corriqueiro à rotina mexicana, me perguntei por que seria tão acessível, tão necessário, tão facilmente disponibilizado.
A resposta não tardou muito a chegar.
Com tantos carrinhos e tendinhas nas ruas, com comida apetitosa (esquites: milho cozido em grãos com creme branco, queijo de cabra, limão, sal e pimenta vermelha; gaspachos: frutas picadas com suco de laranja e pimenta agridoce com pimenta doce em pó; tacos, taquitos e tacões; guacamayas: pão francês recheado com torresmo em barra - aqui conhecido como duro - maionese, vinagrete picante e fatias de abacate; entre muitas outras coisas), mas nem sempre bem acondicionada ou refrigerada, é certo que há muitos transtornos intestinais.
Assim, qualquer desarranjo, basta correr à primeira esquina e comprar, bem geladinho, um eletrolite.
Electrolit para todos
Ellos están en grandes tinas con hielo a disposición para quién lo necesite.
Están en las farmacias, en las tiendas de conveniencia, en los supermercados, al alcance de todos.
Botellitas con líquido amarillo o rosa. O aún en garrafones, de donde se puede llenar su propio vaso.
Fríos, refrescantes, desintoxicantes, para poner en orden lo que desando.
Aquí se llama Eletrolite. En Brasil, sería a penas soro con nombres variables.
La primera vez que di de cara con ese productito tan corriente a la rutina mexicana, me pregunté porque sería tan accesible, tan necesario, tan fácilmente disponible.
La respuesta no tardó mucho a llegar.
Con tantos carritos y puestitos en las calles, com alimentos apetitosos (esquites: maíz cocido en granos con crema blanca, queso de cabra, limón, sal y chili; gazpachos: frutas picadas con jugo de naranja y chili agridulce con chili en polvo; tacos, taquitos e tacones; guacamayas: bolillo relleno de duro, mayonesa, pico de gallo y rebanadas de aguacate; entre muchas otras cosas), pero ni siempre bien acondicionados o refrigerados, es cierto que hay muchos trastornos intestinales.
Así, cualquier desarreglo, basta correr a la primera esquina y comprar, bien heladito, un eletrolite.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Assim como as duas Fridas / Así como las dos Fridas
Para minha amiga-irmã Vanusa
Tem gente que tem dois corações.
Frida Kahlo tinha os conflitos de sua rica louca vida, assim, seus sentimentos não cabiam em só um seu coração.
Tem gente que tem coração dividido em muitos pedaços.
Pedaços de gente ou de alma.
Pedaços de dor ou cacos de amor.
Tem gente com coração contido. Coração simplício, coração cansado, triste, mal amado.
Tem gente com coração viajante, gente de coração cigano.
Coração cigano que não se aquieta.
Que não pode estar em um só lugar.
Se passa muito tempo em alguma paragem, já começa a bater mais forte - sinal de um pedido para trasladar-se.
Coração que é cigano se agita quando está aqui e não pode estar lá. Mas quando está lá já quer voar outra vez.
O coração cigano é também estrangeiro, pois não tem pátria, não tem parada, não tem lugar. Está para sempre dividido entre a gente e as paragens por onde andou.
Se parte, sente saudades; se fica, sente dor.
O coração cigano tem que estar sempre em movimento. Roda gigante do parque de diversões que é sua alma: tanta gente, tantos lugares nesse mundão de meu Deus, onde será sempre um vagabundo aprendiz.
E me lembro da canção que diz: "meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim..."
Así como las dos Fridas
Para mi amiga-hermana Vanusa
Hay gente que tiene dos corazones.
Frida Kahlo tenía los conflictos de su rica loca vida, así, sus sentimientos no cabían en un solo de sus corazones.
Hay gente que tiene el corazón dividido en muchos pedazos.
Pedazos de gente o de alma.
Pedazos de dolor o fragmentos de amor.
Hay gente con corazón contenido. Corazón simple, corazón cansado, triste, mal amado.
Hay gente con corazón viajante, gente de corazón gitano.
El corazón gitano no se aquieta.
No puede estar en un solo lugar.
Si pasa mucho tiempo en algún paraje, ya empieza a latir más fuerte - señal de un pedido para trasladarse.
Corazón que es gitano se agita cuando está aquí y no puede estar allá. Pero cuando está allá ya quiere volar otra vez.
El corazón gitano es también extranjero, pues no tiene patria, no tiene parada, no tiene lugar. Está para siempre dividido entre la gente y los parajes por donde ando.
Si parte, siente saudades; si se queda, siente dolor.
El corazón gitano tiene que estar siempre en movimiento. Rueda gigante del parque de diversiones que es su alma: tanta gente, tantos lugares en ese mundón de mi Dios, donde será siempre un vagabundo aprendiz.
Y mi acuerdo de la canción que dice: “mi corazón vagabundo quiere guardar el mundo en mi...”
![]() |
| Las dos Fridas - de Frida Kahlo |
Tem gente que tem dois corações.
Frida Kahlo tinha os conflitos de sua rica louca vida, assim, seus sentimentos não cabiam em só um seu coração.
Tem gente que tem coração dividido em muitos pedaços.
Pedaços de gente ou de alma.
Pedaços de dor ou cacos de amor.
Tem gente com coração contido. Coração simplício, coração cansado, triste, mal amado.
Tem gente com coração viajante, gente de coração cigano.
Coração cigano que não se aquieta.
Que não pode estar em um só lugar.
Se passa muito tempo em alguma paragem, já começa a bater mais forte - sinal de um pedido para trasladar-se.
Coração que é cigano se agita quando está aqui e não pode estar lá. Mas quando está lá já quer voar outra vez.
O coração cigano é também estrangeiro, pois não tem pátria, não tem parada, não tem lugar. Está para sempre dividido entre a gente e as paragens por onde andou.
Se parte, sente saudades; se fica, sente dor.
O coração cigano tem que estar sempre em movimento. Roda gigante do parque de diversões que é sua alma: tanta gente, tantos lugares nesse mundão de meu Deus, onde será sempre um vagabundo aprendiz.
E me lembro da canção que diz: "meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim..."
Así como las dos Fridas
Para mi amiga-hermana Vanusa
![]() |
| Las dos Fridas - de Frida Kahlo |
Hay gente que tiene dos corazones.
Frida Kahlo tenía los conflictos de su rica loca vida, así, sus sentimientos no cabían en un solo de sus corazones.
Hay gente que tiene el corazón dividido en muchos pedazos.
Pedazos de gente o de alma.
Pedazos de dolor o fragmentos de amor.
Hay gente con corazón contenido. Corazón simple, corazón cansado, triste, mal amado.
Hay gente con corazón viajante, gente de corazón gitano.
El corazón gitano no se aquieta.
No puede estar en un solo lugar.
Si pasa mucho tiempo en algún paraje, ya empieza a latir más fuerte - señal de un pedido para trasladarse.
Corazón que es gitano se agita cuando está aquí y no puede estar allá. Pero cuando está allá ya quiere volar otra vez.
El corazón gitano es también extranjero, pues no tiene patria, no tiene parada, no tiene lugar. Está para siempre dividido entre la gente y los parajes por donde ando.
Si parte, siente saudades; si se queda, siente dolor.
El corazón gitano tiene que estar siempre en movimiento. Rueda gigante del parque de diversiones que es su alma: tanta gente, tantos lugares en ese mundón de mi Dios, donde será siempre un vagabundo aprendiz.
Y mi acuerdo de la canción que dice: “mi corazón vagabundo quiere guardar el mundo en mi...”
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Paco, o pedreiro / Paco, el albañil
Anita sempre me conta histórias. Suas histórias são reais, por isso gosto tanto delas.
Ainda outro dia, ela me contou mais uma.
O Paco era casado com Vero. Ela estava grávida, assim de uns 6 meses, descrevia Anita. Já era o segundo filho do casal.
Paco era pedreiro, mas nunca gostou de trabalhar. Vero sempre trabalhou, mas com aquele barrigão já começava a sentir-se cansada.
Já fazia uns três meses que Paco estava sem trabalho, mas todos os dias saia de casa para procurar algum bico, e voltava sem nada.
Vero começou a desconfiar que Paco estava mentindo e decidiu ir com ele procurar emprego.
Andavam por várias ruas até encontrar uma construção, e quando viam alguma, ele pedia que ela o esperasse que iria falar com o mestre da obra.
Chegando lá, Vero a uma certa distância, o esperava. E ele começava a conversar:
- O que vão fazer aqui?
- Que bonita obra!
- Estão construindo bastante ultimamente, não é verdade?
E Vero, esperando, torcendo, rezando, pedindo a Deus que dissessem Sim ao seu marido, que lhe dessem um trabalho.
E Paco voltava:
- Vê, não têm vaga! Não existe trabalho! As coisas estão muito difíceis!
E os dois voltavam pra casa, ele disfarçando uma cara bem triste. Ela, preocupada com a chegada do bebê.
- Uma hora aparece, nego!
- É, uma hora aparece, querida!
Paco, el albañil
Anita siempre me cuenta historias. Son siempre historias reales, por eso me gustan tanto.
Otro día aún, ella me contó una más.
Paco estaba casado con Vero. Ella estaba embarazada, así de unos 6 meses, describía Anita. Ya era el segundo hijo de la pareja.
Paco era albañil, pero nunca le gustó trabajar. Vero siempre había trabajado, pero con aquel panzón ya empezaba a cansarse.
Ya hacía unos tres meses que Paco estaba sin trabajo, pero todos los días salía de casa para buscar chamba, y regresaba sin nada.
Vero empezó a desconfiar que Paco le estuviera mintiendo y decidió a irse con él a buscar trabajo.
Caminaban por varias calles hasta encontrar una construcción, y cuando veían alguna, él pedía que ella lo esperara porque iba a hablar con el maestre de la obra.
Llegando allá, Vero a una cierta lejanía, lo esperaba. Y él empezaba a platicar:
- ¿Que van a hacer aquí?
- ¡Qué bonita obra!
- Están construyendo muchas últimamente, ¿no es verdad?
Y Vero, esperando, echando porras, rezando, pedía a Dios que le dijeran Si a su marido, que le dieran un trabajo.
Y Paco volvía:
- Ves, ¡no hay cupo! ¡No existe trabajo! ¡Las cosas están muy difíciles!
Y los dos regresaban a casa, él disfrazando una cara bien triste. Ella, preocupada por la llegada del bebe.
- ¡Una hora aparece, cariño!
- ¡Si, una hora aparece, querida!
Ainda outro dia, ela me contou mais uma.
O Paco era casado com Vero. Ela estava grávida, assim de uns 6 meses, descrevia Anita. Já era o segundo filho do casal.
Paco era pedreiro, mas nunca gostou de trabalhar. Vero sempre trabalhou, mas com aquele barrigão já começava a sentir-se cansada.
Já fazia uns três meses que Paco estava sem trabalho, mas todos os dias saia de casa para procurar algum bico, e voltava sem nada.
Vero começou a desconfiar que Paco estava mentindo e decidiu ir com ele procurar emprego.
Andavam por várias ruas até encontrar uma construção, e quando viam alguma, ele pedia que ela o esperasse que iria falar com o mestre da obra.
Chegando lá, Vero a uma certa distância, o esperava. E ele começava a conversar:
- O que vão fazer aqui?
- Que bonita obra!
- Estão construindo bastante ultimamente, não é verdade?
E Vero, esperando, torcendo, rezando, pedindo a Deus que dissessem Sim ao seu marido, que lhe dessem um trabalho.
E Paco voltava:
- Vê, não têm vaga! Não existe trabalho! As coisas estão muito difíceis!
E os dois voltavam pra casa, ele disfarçando uma cara bem triste. Ela, preocupada com a chegada do bebê.
- Uma hora aparece, nego!
- É, uma hora aparece, querida!
Paco, el albañil
Anita siempre me cuenta historias. Son siempre historias reales, por eso me gustan tanto.
Otro día aún, ella me contó una más.
Paco estaba casado con Vero. Ella estaba embarazada, así de unos 6 meses, describía Anita. Ya era el segundo hijo de la pareja.
Paco era albañil, pero nunca le gustó trabajar. Vero siempre había trabajado, pero con aquel panzón ya empezaba a cansarse.
Ya hacía unos tres meses que Paco estaba sin trabajo, pero todos los días salía de casa para buscar chamba, y regresaba sin nada.
Vero empezó a desconfiar que Paco le estuviera mintiendo y decidió a irse con él a buscar trabajo.
Caminaban por varias calles hasta encontrar una construcción, y cuando veían alguna, él pedía que ella lo esperara porque iba a hablar con el maestre de la obra.
Llegando allá, Vero a una cierta lejanía, lo esperaba. Y él empezaba a platicar:
- ¿Que van a hacer aquí?
- ¡Qué bonita obra!
- Están construyendo muchas últimamente, ¿no es verdad?
Y Vero, esperando, echando porras, rezando, pedía a Dios que le dijeran Si a su marido, que le dieran un trabajo.
Y Paco volvía:
- Ves, ¡no hay cupo! ¡No existe trabajo! ¡Las cosas están muy difíciles!
Y los dos regresaban a casa, él disfrazando una cara bien triste. Ella, preocupada por la llegada del bebe.
- ¡Una hora aparece, cariño!
- ¡Si, una hora aparece, querida!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Futebol e violência / Futbol y violencia
"Isto não é o que somos, mas uma realidade contra a qual temos que lutar", foi a declaração do presidente do Santos de Torreón, Alejandro Irarragorri depois que um atordoante tiroteio levou torcedores ao chão, como única alternativa de defesa, e jogadores em campo ao vestiário. Vítimas de uma nação em guerra. Reflexo da vida nas ruas de cidades tomadas pelo grupo organizado: a morte pode estar a cada esquina.
O jogo entre Santos e Morelia acontecia na cidade de Torreón, ao norte do país, uma das zonas de grandes conflitos entre grupos de narcotraficantes e tropas governamentais.
Gente que não sabia aonde ir, nem como reagir. Misto de medo e solidariedade, visíveis em situações extremas. Desespero e coragem intensos. Sós mas em grupo. Massa, povo, que unido e consciente podem ser muito fortes.
Como declarou Alejandro, a luta pela unidade, contra a corrupção, a favor dos interesses de uma nação é o que precisa o México, a exemplo de países em guerra, que puderam reconstruir-se e reinventar-se, transformando-se com novos valores.
PS - Desta vez, não houve nenhuma morte.
El juego entre Santos y Morelia sucedía en la ciudad de Torreón, al norte del país, una de las zonas de grandes conflictos entre grupos de narcotraficantes y tropas gubernamentales.
Gente que no sabía adónde ir, ni cómo reaccionar. Misto de miedo y solidaridad visibles en situaciones extremas. Desespero y coraje intensos. Solos pero en grupo. Masa, pueblo, que unido y consciente pueden ser muy fuertes.
Como declaró Alejandro, la lucha por la unidad, contra la corrupción, a favor de los intereses de una nación es lo que necesita México, a ejemplo de los países en guerra, que pudieron reconstruirse y reinventarse, transformándose con nuevos valores.
PD - De esta vez no hubo ninguna muerte.
O jogo entre Santos e Morelia acontecia na cidade de Torreón, ao norte do país, uma das zonas de grandes conflitos entre grupos de narcotraficantes e tropas governamentais.
Gente que não sabia aonde ir, nem como reagir. Misto de medo e solidariedade, visíveis em situações extremas. Desespero e coragem intensos. Sós mas em grupo. Massa, povo, que unido e consciente podem ser muito fortes.
Como declarou Alejandro, a luta pela unidade, contra a corrupção, a favor dos interesses de uma nação é o que precisa o México, a exemplo de países em guerra, que puderam reconstruir-se e reinventar-se, transformando-se com novos valores.
PS - Desta vez, não houve nenhuma morte.
Futbol y violencia
"Eso no es lo que somos, pero una realidad contra la cual tenemos que luchar", fue la declaración del presidente de Santos de Torreón, Alejandro Irarragorri después que una asordante balacera llevó porristas al suelo, como única alternativa de defensa, y jugadores en campo al vestuario. Víctimas de una nación en guerra. Reflejo de la vida en las calles de ciudades tomadas por el grupo organizado: la muerte puede estar a cada esquina. El juego entre Santos y Morelia sucedía en la ciudad de Torreón, al norte del país, una de las zonas de grandes conflictos entre grupos de narcotraficantes y tropas gubernamentales.
Gente que no sabía adónde ir, ni cómo reaccionar. Misto de miedo y solidaridad visibles en situaciones extremas. Desespero y coraje intensos. Solos pero en grupo. Masa, pueblo, que unido y consciente pueden ser muy fuertes.
Como declaró Alejandro, la lucha por la unidad, contra la corrupción, a favor de los intereses de una nación es lo que necesita México, a ejemplo de los países en guerra, que pudieron reconstruirse y reinventarse, transformándose con nuevos valores.
PD - De esta vez no hubo ninguna muerte.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Brasil X México
Campeonato da categoria Sub20, na Colômbia. México e Brasil jogariam pela final.
Mexicanos e brasileiros, cada um por seu time.
Fanáticos esperançosos de olhos nos pés dos possíveis titulares de suas seleções em um breve futuro.
Meninos ainda, com sorte e muita expectativa em uma carreira de sucesso, fama e dinheiro.
Neste caso, as torcidas estavam indivisiveis, imcompartilháveis e concorrentes até os dentes.
O México tomou uma lavada do time brasileiro, que desperado, depois de levar dois gols, corria atrás da bola com poucas chances de agarrá-la.
Antes de que o jogo terminasse, os meninos mexicanos pediam ao juiz que encerrasse a partida. Apontavam o relógio e faziam sinal de que o tempo já estava esgotado.
O juiz sem dó, sem pena, esticou o jogo para desespero da torcida mexicana, para agonia dos jovens jogadores e alegria de muitos brasileiros.
Digamos que quando há embate, os ânimos não são muito amistosos.
Brasil X México
Campeonato de la categoría Sub20, en Colombia. México y Brasil jugarían por la final.
Mexicanos y brasileños, cada quién por su equipo.
Fanáticos esperanzados, de ojos en los pies de los posibles titulares de sus selecciones en un breve futuro.
Niños aún, con suerte y mucha expectativa en una carrera de éxito, fama y dinero.
En ese caso, los porristas estaban indivisibles, incompatibles y concurrentes hasta los dientes. El México tomó una lavada del equipo brasileño, que desesperado, después de llevar dos goles, corría atrás del balón con pocas chances de agarrarla.
Antes que el juego terminara, los niños mexicanos pedían al árbitro que encerrara la partida. Apuntaban el reloj y hacían señal de que el tiempo ya se agotara.
El árbitro sin pena, estiró el partido para desespero de la porra mexicana, agonía de los jóvenes jugadores y alegría de muchos brasileños.
Digamos que cuando hay embate, los ánimos no son muy amistosos.
Mexicanos e brasileiros, cada um por seu time.
Fanáticos esperançosos de olhos nos pés dos possíveis titulares de suas seleções em um breve futuro.
Meninos ainda, com sorte e muita expectativa em uma carreira de sucesso, fama e dinheiro.
Neste caso, as torcidas estavam indivisiveis, imcompartilháveis e concorrentes até os dentes.
O México tomou uma lavada do time brasileiro, que desperado, depois de levar dois gols, corria atrás da bola com poucas chances de agarrá-la.
Antes de que o jogo terminasse, os meninos mexicanos pediam ao juiz que encerrasse a partida. Apontavam o relógio e faziam sinal de que o tempo já estava esgotado.
O juiz sem dó, sem pena, esticou o jogo para desespero da torcida mexicana, para agonia dos jovens jogadores e alegria de muitos brasileiros.
Digamos que quando há embate, os ânimos não são muito amistosos.
Brasil X México
Campeonato de la categoría Sub20, en Colombia. México y Brasil jugarían por la final.
Mexicanos y brasileños, cada quién por su equipo.
Fanáticos esperanzados, de ojos en los pies de los posibles titulares de sus selecciones en un breve futuro.
Niños aún, con suerte y mucha expectativa en una carrera de éxito, fama y dinero.
En ese caso, los porristas estaban indivisibles, incompatibles y concurrentes hasta los dientes. El México tomó una lavada del equipo brasileño, que desesperado, después de llevar dos goles, corría atrás del balón con pocas chances de agarrarla.
Antes que el juego terminara, los niños mexicanos pedían al árbitro que encerrara la partida. Apuntaban el reloj y hacían señal de que el tiempo ya se agotara.
El árbitro sin pena, estiró el partido para desespero de la porra mexicana, agonía de los jóvenes jugadores y alegría de muchos brasileños.
Digamos que cuando hay embate, los ánimos no son muy amistosos.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
E por falar em futebol! / ¡Y por hablar en futbol!
Quem é que mais gosta do esporte?
Brasileiros, ingleses, argentinos, mexicanos?
O que vejo é que mexicano e brasileiro têm mesmo muito em comum.
Um coração parecido, simpatia semelhante, paixões quase iguais.
Mexicano gosta de festa, de beber, de mulher bonita.
Gosta de bola e muito de futebol.
Torcem com a mesma paixão brasileira, ou seria mexicana?
E depois de torcer pelo México, torcem pelo Brasil.
Isso mesmo, primeiro o time do coração patriota, depois o outro time do coração amigo.
Amam a Pelé, de quem muitos se lembram da Copa de 70, que aconteceu aqui.
Tenho um vizinho que tem um pôster 1X1, dele ainda menino, ao lado do Rei, bem a vista de quem entra na antessala de sua casa.
E torce aqui, torce "allá", o coração bate a cada gol. E mexicano e brasileiro, cada vez se parecem mais!
¡Y por hablar en futbol!
¿A quién más le gusta el deporte?
¿Brasileños, ingleses, argentinos, mexicanos?
Lo que veo es que mexicano y brasileño tienen mismo mucho en común.
Un corazón parecido, simpatía semejante, pasiones casi iguales.
Al mexicano le gustan las fiestas, tomar, las mujeres bonitas.
Le gusta el balón y mucho al futbol.
Echan porras con la misma pasión brasileña, ¿o sería mexicana?
Y después de echar porras al México, echan porras por Brasil.
Eso mismo, primer el equipo del corazón patriota, después el otro equipo del corazón amigo.
Aman a Pelé, de quién muchos se recuerdan del Mundial del 70, que sucedió aquí.
Tengo un vecino que tiene un poster 1X1, de él aún niño, a un lado del Rey, bien a la vista de quién entra en la antesala de su casa.
Y porras de aquí, porras de allá, el corazón late a cada gol. Y el mexicano y el brasileño, cada vez se parecen más.
Brasileiros, ingleses, argentinos, mexicanos?
O que vejo é que mexicano e brasileiro têm mesmo muito em comum.
Um coração parecido, simpatia semelhante, paixões quase iguais.
Mexicano gosta de festa, de beber, de mulher bonita.
Gosta de bola e muito de futebol.
Torcem com a mesma paixão brasileira, ou seria mexicana?
E depois de torcer pelo México, torcem pelo Brasil.
Isso mesmo, primeiro o time do coração patriota, depois o outro time do coração amigo.
Amam a Pelé, de quem muitos se lembram da Copa de 70, que aconteceu aqui.
Tenho um vizinho que tem um pôster 1X1, dele ainda menino, ao lado do Rei, bem a vista de quem entra na antessala de sua casa.
E torce aqui, torce "allá", o coração bate a cada gol. E mexicano e brasileiro, cada vez se parecem mais!
¡Y por hablar en futbol!
¿A quién más le gusta el deporte?
¿Brasileños, ingleses, argentinos, mexicanos?
Lo que veo es que mexicano y brasileño tienen mismo mucho en común.
Un corazón parecido, simpatía semejante, pasiones casi iguales.
Al mexicano le gustan las fiestas, tomar, las mujeres bonitas.
Le gusta el balón y mucho al futbol.
Echan porras con la misma pasión brasileña, ¿o sería mexicana?
Y después de echar porras al México, echan porras por Brasil.
Eso mismo, primer el equipo del corazón patriota, después el otro equipo del corazón amigo.
Aman a Pelé, de quién muchos se recuerdan del Mundial del 70, que sucedió aquí.
Tengo un vecino que tiene un poster 1X1, de él aún niño, a un lado del Rey, bien a la vista de quién entra en la antesala de su casa.
Y porras de aquí, porras de allá, el corazón late a cada gol. Y el mexicano y el brasileño, cada vez se parecen más.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Quem inventou o futebol? / ¿Quién inventó al futbol?
Bola de meia, bola de gude. Bola de borracha, "hule", látex, maciça.
Quem inventou o futebol? Os ingleses ou os aztecas? Eis a questão!
Os aztecas não jogavam o jogo de pelota ou tlachtlli só com os pés, ou melhor, jogavam com os pés, com as nádegas, os cotovelos e as coxas das pernas - músculos fortalecidos por tantos impactos e exercícios para mandar a bola pro gol: um círculo de pedra por onde a bola deveria passar. O uso das mãos era proibido.
Dois times, muitas apostas em ouro, pedras preciosas e até casas.
Como quase tudo que faziam os aztecas, o tlachtli tinha um significado religioso e místico. Se supunha que todo o recinto do jogo era o mundo, onde a bola cumpria as funções de um astro, que tanto poderia ser o sol como a lua. Tlachtli, de acordo com a interpretação sagrada, significava o céu onde as divindades ou as criaturas sobrenaturais jogavam a bola com alguns astros.
Mas ao contrário do que vemos hoje, quem ganhava o jogo tinha o privilégio de se dar mal, muito mal!
Privilégio porque perder era uma desonra, e ao ganhar, todos os jogadores eram oferecidos em sacrifício aos seus deuses. Seus corações eram arrancados e oferecidos de bandeja.
Tudo era uma questão de perspectiva.
Ganhar ou perder era um grande risco.
¿Quién inventó al futbol?
Pelota de calcetín, pelota canica. Pelota de hule, látex, maciza.
¿Quién inventó al futbol? ¿Los ingleses o los aztecas? ¡E la cuestión!
Los aztecas no jugaban el juego de pelota o tlachtlli solamente con los pies, o mejor, jugaban con los pies, las nalgas, los codos y los muslos de las piernas - muslos fortalecidos por tantos impactos y ejercicios para mandar la pelota hacia el gol: un círculo de piedra, por donde la pelota debería de pasar. El uso de las manos estaba prohibido.
Dos equipos, muchas apuestas en oro, piedras preciosas y incluso casas.
Como casi todo que hacían los aztecas, el tlachtli tenía un significado religioso y místico. Se suponía que todo el recinto del juego era el mundo, donde la pelota cumplía las funciones de un astro, que bien podía ser el sol o la luna. Tlachtli significaba, de acuerdo a una interpretación sagrada, el cielo donde las divinidades o las criaturas sobrenaturales jugaban a la pelota con algunos de los astros.
Pero al contrario de lo que vemos hoy, quién ganaba el juego tenía el privilegio de quedarse mal, muy mal!
Privilegio porque perder era una deshonra, y al ganar, todos los jugadores eran ofrecidos en sacrificio a sus dioses. Sus corazones eran arrancados y ofrecidos en charolas.
Todo era una cuestión de perspectiva.
Ganar o perder era un gran riesgo.
Quem inventou o futebol? Os ingleses ou os aztecas? Eis a questão!
Os aztecas não jogavam o jogo de pelota ou tlachtlli só com os pés, ou melhor, jogavam com os pés, com as nádegas, os cotovelos e as coxas das pernas - músculos fortalecidos por tantos impactos e exercícios para mandar a bola pro gol: um círculo de pedra por onde a bola deveria passar. O uso das mãos era proibido.
Dois times, muitas apostas em ouro, pedras preciosas e até casas.
Como quase tudo que faziam os aztecas, o tlachtli tinha um significado religioso e místico. Se supunha que todo o recinto do jogo era o mundo, onde a bola cumpria as funções de um astro, que tanto poderia ser o sol como a lua. Tlachtli, de acordo com a interpretação sagrada, significava o céu onde as divindades ou as criaturas sobrenaturais jogavam a bola com alguns astros.
Mas ao contrário do que vemos hoje, quem ganhava o jogo tinha o privilégio de se dar mal, muito mal!
Privilégio porque perder era uma desonra, e ao ganhar, todos os jogadores eram oferecidos em sacrifício aos seus deuses. Seus corações eram arrancados e oferecidos de bandeja.
Tudo era uma questão de perspectiva.
Ganhar ou perder era um grande risco.
¿Quién inventó al futbol?
Pelota de calcetín, pelota canica. Pelota de hule, látex, maciza.
¿Quién inventó al futbol? ¿Los ingleses o los aztecas? ¡E la cuestión!
Los aztecas no jugaban el juego de pelota o tlachtlli solamente con los pies, o mejor, jugaban con los pies, las nalgas, los codos y los muslos de las piernas - muslos fortalecidos por tantos impactos y ejercicios para mandar la pelota hacia el gol: un círculo de piedra, por donde la pelota debería de pasar. El uso de las manos estaba prohibido.
Dos equipos, muchas apuestas en oro, piedras preciosas y incluso casas.
Como casi todo que hacían los aztecas, el tlachtli tenía un significado religioso y místico. Se suponía que todo el recinto del juego era el mundo, donde la pelota cumplía las funciones de un astro, que bien podía ser el sol o la luna. Tlachtli significaba, de acuerdo a una interpretación sagrada, el cielo donde las divinidades o las criaturas sobrenaturales jugaban a la pelota con algunos de los astros.
Pero al contrario de lo que vemos hoy, quién ganaba el juego tenía el privilegio de quedarse mal, muy mal!
Privilegio porque perder era una deshonra, y al ganar, todos los jugadores eran ofrecidos en sacrificio a sus dioses. Sus corazones eran arrancados y ofrecidos en charolas.
Todo era una cuestión de perspectiva.
Ganar o perder era un gran riesgo.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Aniversário / Aniversario
Oito de agosto, três anos no México. Me dou conta que a vida passa rápido, muito rápido. Que as horas voam, que os dias, um atrás do outro, contam os anos, que vem e vão; e nesse tic-tac, parecem muito menos, muitos menos. Mas é um grande engano, pois olho ao redor e vejo que são muitos mais. E hoje, nesse aniversário, conto o tic tac do...
...Relógio
Voa dia
Dia voa
Corre hora
Sem parar
Corre sol
Corre lua
Já é sombra
outra vez
Passa dia
Passa noite
Passa ano
Dia, mês
Voa, voa
Tempo voa
Voa tempo
Sem parar
Uma hora
Duas horas
Já são três
Conte outra vez
Voa tempo
Voa dia
Voa hora
Sem demora
Ja não conto mais idade
Ja não sei qual é o dia
Já não sei qual é o mês
Passa o tempo
Passa a hora
Passa a VIDA
Sem demora.
Aniversario
Voa dia
Dia voa
Corre hora
Sem parar
Corre sol
Corre lua
Já é sombra
outra vez
Passa dia
Passa noite
Passa ano
Dia, mês
Voa, voa
Tempo voa
Voa tempo
Sem parar
Uma hora
Duas horas
Já são três
Conte outra vez
Voa tempo
Voa dia
Voa hora
Sem demora
Ja não conto mais idade
Ja não sei qual é o dia
Já não sei qual é o mês
Passa o tempo
Passa a hora
Passa a VIDA
Sem demora.
Aniversario
Ocho de agosto, tres años en México. Me doy cuenta que la vida pasa rápido, muy rápido. Que las horas vuelan, que los días, uno tras otro, cuentan los años, que ven y van; y en ese tic-tac, parecen mucho menos, muchos menos. Pero es un gran engaño, pues miro al rededor y veo que son muchos más. Y hoy, en ese aniversario, cuento el tic-tac del...
...Reloj
Vuela día
Día vuela
Corre hora
Sin parar
Corre sol
Corre luna
Ya es sombra
Otra vez
Pasa día
Pasa noche
Pasa año
Día, mes
Vuela, vuela
Tiempo vuela
Vuela tiempo
Sin parar.
Una hora
Dos horas
Son las tres
Cuente otra vez
Vuela tiempo
Vuela día
Vuela hora
Sin demora
Ya no cuento más edad
Ya no sé cuál es el día
Ya no sé cuál es el mes
Va el tiempo
Va la hora
Va la vida
Sin demora.
Vuela día
Día vuela
Corre hora
Sin parar
Corre sol
Corre luna
Ya es sombra
Otra vez
Pasa día
Pasa noche
Pasa año
Día, mes
Vuela, vuela
Tiempo vuela
Vuela tiempo
Sin parar.
Una hora
Dos horas
Son las tres
Cuente otra vez
Vuela tiempo
Vuela día
Vuela hora
Sin demora
Ya no cuento más edad
Ya no sé cuál es el día
Ya no sé cuál es el mes
Va el tiempo
Va la hora
Va la vida
Sin demora.
sábado, 6 de agosto de 2011
HIstória na Cidade do México / Historia en la Ciudad de México
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| Praça central da Cidade do México |
Na Cidade do México a história é latente.
O centro histórico, que surge a partir das ruínas astecas, tem no ponto mais central uma grande catedral.
São três camadas de construção. A primeira, o próprio templo dos indígenas mais poderosos dessa terra, os astecas.
A segunda, construída pelo primeiro espanhol a chefiar a Nova Espanha, Hernán Cortéz.
A terceira, a atual, com 110m de comprimento, 55m de largura e 30m de altura, recheada de arte barroca e pinceladas italianas, mexicanas e espenholas. Uma colossal estrutura que afunda em média 2,5 cm por ano, no pântano onde está fundamentada.
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| Índígenas exibem-se com danças e descarregos |
Os pajés dançam ao lado da igreja principal da cidade e distribuem bênçãos e descarregos ao som da batida de seus pés e dos tambores ritmados, incensos e mantras ancestrais.
O Palácio Nacional com murais de Diego Rivera que retratam a história do país em traços largos e ousadas cores. E Tutankamon faz parte de uma exposição itinerante.
Seriam os deuses reis, irmãos separados pelos continentes? Pakal e Tutankamon, com tanto em comum, o que os teria separado em nações?
Mais ao fundo, algumas quadras atrás, José Saramago é homenageado. Sua obra e história em outro evento nas entranhas da cidade.
A 500 metros do zôcalo, a praça central, o ex-claustro de Soror Juana Inês de la Cruz, ícone da literatura mexicana que viveu no século XVII e a décima musa da cultura local.
![]() |
| Vulcão ao fundo da cidade |
O primeiro hotel da América Latina e o ex-prédio mais alto, a Torre Latino Americana, de onde se avista o vulcão Popocatepetl que tem dado sinal de vida em flâmulas de fumaça.
![]() |
| Vista do interior do Correio Central |
O edifício do correio, uma égide à beleza arquitetônica, entre muitos outros museus que rodeiam a abóboda central.
![]() |
| Palácio de Bellas Artes - centro de grandes eventos e apresentações artísticas |
E o Palácio de Bellas Artes, símbolo do país, con 97,5 mil toneladas de mármore carrara, cristal e ouro folhado.
Toda efervescencia orgulhosamente cultural.
E como diz minha amiga mexicana Maria Paz: "Realmente é apaixonante nossa história carregada de deuses sanguinários, sacerdotes astrólogos, arquitetos autodidatas, mas afinal suas próprias crenças acabaram com seu grandioso império para serem subjugados pelos espanhóis e dar origem à raça que agora somos nem indios nem espanhóis, se não todo o contrário, mexicanos. E eu complemento: Mexicanos com muitas histórias pra contar!
El centro histórico de la Ciudad de México
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| Centro de la Ciudad de México |
En la Ciudad de México la historia es latente.
El centro histórico, que surge a partir de las ruinas aztecas, tienen en el punto más central una gran catedral. Son tres capas de construcción. La primera, el templo mismo de los indígenas más poderosos de esa tierra, los aztecas.
La segunda, construida por el primero español a mandar en la Nueva España, Hernán Cortéz.
La tercera, la actual, con 110m de largo, 55m de ancho y 30m de alto, rellena de arte barroco con pinceladas italianas, mexicanas y españolas. Una colosal estructura que hunde en promedio 2,5cm por año, en el pantano donde está fundamentada.
Los chamanes bailan a un lado de la iglesia principal de la ciudad y distribuyen bendiciones y descargos al sonido del ritmo de sus pies y de los tambores, incensos y mantras ancestrales.
El Palacio Nacional con murales de Diego Rivera que plasman la historia del país en trazos amplios y osados colores. Y Tutankamon hace parte de una exposición itinerante.
¿Serían los dioses reyes, hermanos separados por los continentes? Pakal y Tutankamon, con tanto en común, ¿que los tendría dividido en naciones?
Más al fondo, algunas cuadras atrás, José Saramago es homenajeado. Su obra e historia en otro evento en las entrañas de la ciudad.
A 500 metros del zócalo, el ex-claustro de Sor Juana Inés de la Cruz, ícono de la literatura mexicana que vivió en el siglo XVII y la décima musa de la cultura local.
El primer hotel de la América Latina y el ex-edificio más alto, la Torre Latino Americana, de donde se avista el volcán Popocatepetl que ha dado señal de vida en flámulas de humo.
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| Vista interna del correo central |
El edificio del correo, una égida a la belleza arquitectónica, entre muchos otros museos, que voltean la aboveda central.
Y el Palacio de Bellas Artes, símbolo del país con sus 97,5 mil toneladas de mármol carrara, cristal y oro hojeado.
Toda la efervescencia orgullosamente cultural.
Y como dice mi amiga mexicana Maria Paz: "Realmente es apasionante nuestra historia cargada de dioses sanguinarios, sacerdotes astrólogos, arquitectos autodidactas, pero al final sus propias creencias acabaron con su grandioso imperio para subyugarse ante los españoles y dar origen a la raza que ahora somos ni indios ni españoles, si no todo lo contrario, mexicanos" y yo lo complemento: Mexicanos con muchas historias para contar!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Uma história de amor / Una historia de amor
Era um tempo em que os homens mexicanos escolhiam suas mulheres.
Um tempo em que escolhiam e as raptavam, assim, bem fácil.
Em seus cavalos montados, passavam pela moça que queriam, a agarravam e a acomodavam em sua garupa.
Saíam trotando, rumo a uma nova vida a dois, querendo seus familiares ou não, sem escolha ou preferência da menina. Uma terra de homens fortes e decididos.
Foi assim que Gordo conheceu Lívia.
Na rua de terra do pequeno "pueblo" onde Livia morava, Gordo a arrebatou e a levou pra viver com ele.
Gordo era simpático, sorriso fácil e bonachão.
Livia era bonita, cabelos em trança, como mandava a tradição.
Gordo era apaixonado por Lívia, e Lívia aprendeu a admirar seu parceiro.
Gordo gostava de beber, de jogar, de fumar. Dizia sempre que preferia morrer cedo e feliz, do que velho e doente.
Livia cuidava do "marido".
Viveram muitos anos felizes.
Um dia, como queria Gordo, sem avisar, caiu na calçada de terra, do pueblito onde moravam, ao lado de seu cavalo, com um cigarro na mão.
Disseram que foi o coração, que apesar de grande, não aguentou tanta paixão.
Livia, viúva, voltou à casa de seus pais.
Una historia de amor
Era un tiempo en que los hombres mexicanos elegían sus mujeres.
Un tiempo en que las elegían y las raptaban, así de fácil.
En sus caballos montados, pasaban por la muchacha que querían, la agarraban y la acomodaban en su grupa.
Salían trotando, rumbo a una nueva vida a dos, queriendo sus familiares o no, sin la elección o preferencia de la niña. Una tierra de hombres fuertes y decididos.
Fue así que Gordo conoció a Livia.
En la calle de tierra del pequeño "pueblo" donde Livia vivía, Gordo la arrebató y la llevó para vivir con él.
Gordo era simpático, sonrisa fácil y bondadoso.
Livia era hermosa, cabellos en trenza, como mandaba la tradición.
Gordo era apasionado por Livia, y Livia aprendió a admirar su pareja.
A Gordo le gustaba tomar, jugar, fumar. Decía siempre que prefería morir temprano y feliz, que viejo y enfermo.
Livia cuidaba de su "marido".
Vivieron muchos años felices.
Un día, como deseaba Gordo, sin avisar, cayó en la acera de tierra del pueblito donde vivían, a un lado de su caballo, con un cigarrillo en la mano.
Dijeron que fue su corazón, que a pesar de ser grande, no aguantó tanta pasión.
Livia, viuda, regresó a la casa de sus padres.
Um tempo em que escolhiam e as raptavam, assim, bem fácil.
Em seus cavalos montados, passavam pela moça que queriam, a agarravam e a acomodavam em sua garupa.
Saíam trotando, rumo a uma nova vida a dois, querendo seus familiares ou não, sem escolha ou preferência da menina. Uma terra de homens fortes e decididos.
Foi assim que Gordo conheceu Lívia.
Na rua de terra do pequeno "pueblo" onde Livia morava, Gordo a arrebatou e a levou pra viver com ele.
Gordo era simpático, sorriso fácil e bonachão.
Livia era bonita, cabelos em trança, como mandava a tradição.
Gordo era apaixonado por Lívia, e Lívia aprendeu a admirar seu parceiro.
Gordo gostava de beber, de jogar, de fumar. Dizia sempre que preferia morrer cedo e feliz, do que velho e doente.
Livia cuidava do "marido".
Viveram muitos anos felizes.
Um dia, como queria Gordo, sem avisar, caiu na calçada de terra, do pueblito onde moravam, ao lado de seu cavalo, com um cigarro na mão.
Disseram que foi o coração, que apesar de grande, não aguentou tanta paixão.
Livia, viúva, voltou à casa de seus pais.
Una historia de amor
Era un tiempo en que los hombres mexicanos elegían sus mujeres.
Un tiempo en que las elegían y las raptaban, así de fácil.
En sus caballos montados, pasaban por la muchacha que querían, la agarraban y la acomodaban en su grupa.
Salían trotando, rumbo a una nueva vida a dos, queriendo sus familiares o no, sin la elección o preferencia de la niña. Una tierra de hombres fuertes y decididos.
Fue así que Gordo conoció a Livia.
En la calle de tierra del pequeño "pueblo" donde Livia vivía, Gordo la arrebató y la llevó para vivir con él.
Gordo era simpático, sonrisa fácil y bondadoso.
Livia era hermosa, cabellos en trenza, como mandaba la tradición.
Gordo era apasionado por Livia, y Livia aprendió a admirar su pareja.
A Gordo le gustaba tomar, jugar, fumar. Decía siempre que prefería morir temprano y feliz, que viejo y enfermo.
Livia cuidaba de su "marido".
Vivieron muchos años felices.
Un día, como deseaba Gordo, sin avisar, cayó en la acera de tierra del pueblito donde vivían, a un lado de su caballo, con un cigarrillo en la mano.
Dijeron que fue su corazón, que a pesar de ser grande, no aguantó tanta pasión.
Livia, viuda, regresó a la casa de sus padres.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Com licença, Cazuza! / ¡Con permiso, Cazuza!
São sete horas da manhã, vejo a lua da janela.
Em forma de C, aqui não é crescente. É o contrário.
Míngua, minguante.
O sol vai acender sua luz, as nuvens já a anunciam em múltiplas cores.
O escuro céu vai desenrolando-se em cortina, num palco sem estrelas, só de nuvens.
Nuvens que passeiam sossegadas por essa temporada que prometeu água, mas que desabou pouco, quase em gotas, conta-gotas de um verão pueril.
¡Con permiso, Cazuza!*
Son siete horas de la mañana, veo la luna de la ventana.
En forma de C, aquí no es crecente. Es el contrario.
Mengua, menguante.
El sol va encender su luz, las nubes ya la anuncian en múltiples colores.
El oscuro cielo se va desenrollando como cortina, en un palco sin estrellas, solo de nubes.
Nubes que pasean sosegadas por esa temporada que prometió agua, pero que se derrumbó poco, casi en gotas, cuenta-gotas de un verano pueril.
*Cazuza fue um cantautor brasileño que compuso "Un tren hacia las estrellas" (Um trem para as estrelas), de donde saqué algunas citaciones para ese post.
Em forma de C, aqui não é crescente. É o contrário.
Míngua, minguante.
O sol vai acender sua luz, as nuvens já a anunciam em múltiplas cores.
O escuro céu vai desenrolando-se em cortina, num palco sem estrelas, só de nuvens.
Nuvens que passeiam sossegadas por essa temporada que prometeu água, mas que desabou pouco, quase em gotas, conta-gotas de um verão pueril.
¡Con permiso, Cazuza!*
Son siete horas de la mañana, veo la luna de la ventana.
En forma de C, aquí no es crecente. Es el contrario.
Mengua, menguante.
El sol va encender su luz, las nubes ya la anuncian en múltiples colores.
El oscuro cielo se va desenrollando como cortina, en un palco sin estrellas, solo de nubes.
Nubes que pasean sosegadas por esa temporada que prometió agua, pero que se derrumbó poco, casi en gotas, cuenta-gotas de un verano pueril.
*Cazuza fue um cantautor brasileño que compuso "Un tren hacia las estrellas" (Um trem para as estrelas), de donde saqué algunas citaciones para ese post.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Jogo de Palavras 2 / Juego de Palabras 2
Só pode ser a proximidade geográfica desses colonizadores insaciáveis que fez da origem latina dos idiomas algo tão parecido. Nem italiano é tão parecido com o português ou com o espanhol, como são os dois últimos idiomas.
Fico imaginando entre as fronteiras dos dois países europeus, como se comunicavam, como mesclavam as palavras, como nomeavam os objetos, de uma maneira que pudessem se entender. E assim, de palavra em palavra, de mistura em mistura, foram criando os idiomas. Afinal, a única fronteira de Portugal é mesmo a Espanha. Os galegos, na Galícia, são o maior exemplo dessa fusão entre o espanhol e o português. E, na América Latina, o espelho duplicou a imagem européia: o Brasil se limita com países de língua espanhola e os povos continuam trocando palavras. Estando aqui é que vejo como no sul do país usam tantas palavras em castellano, como rico para bonito ou gostoso, remangar para arregaçar as mangas e muitas outras.
Mas o que parece igual, muitas vezes engana e muito!
Camion é ônibus.
Bêbada é borracha.
Goma sim é borracha e também pode ser chiclete.
Bolsa é sacola ou saco de plástico e saco é blazer ou paletó.
Oficina é escritório e escritorio é escrivaninha.
Piso é andar de edifício.
E na hora de torcer pro seu time preferido... fazemos porra!
E existem muitas outras palavras pra trazer confusão e fazer a gente pagar mico sem saber!!
Juego de Palabras 2
Solo debe de ser la proximidad geográfica de aquellos colonizadores insaciables que hizo del origen latino de los idiomas algo tan parecido. Ni el italiano es tan parecido al portugués o al español, como son los dos idiomas.
Imagino las fronteras de los dos paises europeos, como la gente se comunicaba, como mezclaba las palabras, como nombraba a los objetos, de una manera que podrían entenderse. Y así, de palabra en palabra, de mezcla en mezcla, fueran creando los idiomas. A final, la única frontera de Portugal es mismo la España. Los gallegos, en Galicia, son el mayor ejemplo de esa fusión entre el español y el portugués. Y, en la América Latina, el espejo duplicó la imagen europea: Brasil colinda con países de habla española y la gente continúa intercambiando palabras. Aquí es que veo como en el sur del país se usan tantas palabras en castellano, como rico para bonito o sabroso, remangar para levantar las mangas y muchas otras.
Pero lo que parece igual, muchas veces engaña y mucho!
Camión es ônibus.
Borracha es bêbada.
Goma si es borracha y tambien puede ser chicles.
Bolsa es sacola o saco de plástico y saco es blazer o paletó.
Oficina es escritório y escritorio es escrivaninha.
Piso es andar de edifício.
Y en la hora de torcer para su equipo preferido... hechamos porra!
Y existen muchas otras palabras para traer confusión y hacer la gente hacer oso sin saberlo!
Fico imaginando entre as fronteiras dos dois países europeus, como se comunicavam, como mesclavam as palavras, como nomeavam os objetos, de uma maneira que pudessem se entender. E assim, de palavra em palavra, de mistura em mistura, foram criando os idiomas. Afinal, a única fronteira de Portugal é mesmo a Espanha. Os galegos, na Galícia, são o maior exemplo dessa fusão entre o espanhol e o português. E, na América Latina, o espelho duplicou a imagem européia: o Brasil se limita com países de língua espanhola e os povos continuam trocando palavras. Estando aqui é que vejo como no sul do país usam tantas palavras em castellano, como rico para bonito ou gostoso, remangar para arregaçar as mangas e muitas outras.
Mas o que parece igual, muitas vezes engana e muito!
Camion é ônibus.
Bêbada é borracha.
Goma sim é borracha e também pode ser chiclete.
Bolsa é sacola ou saco de plástico e saco é blazer ou paletó.
Oficina é escritório e escritorio é escrivaninha.
Piso é andar de edifício.
E na hora de torcer pro seu time preferido... fazemos porra!
E existem muitas outras palavras pra trazer confusão e fazer a gente pagar mico sem saber!!
Juego de Palabras 2
Solo debe de ser la proximidad geográfica de aquellos colonizadores insaciables que hizo del origen latino de los idiomas algo tan parecido. Ni el italiano es tan parecido al portugués o al español, como son los dos idiomas.
Imagino las fronteras de los dos paises europeos, como la gente se comunicaba, como mezclaba las palabras, como nombraba a los objetos, de una manera que podrían entenderse. Y así, de palabra en palabra, de mezcla en mezcla, fueran creando los idiomas. A final, la única frontera de Portugal es mismo la España. Los gallegos, en Galicia, son el mayor ejemplo de esa fusión entre el español y el portugués. Y, en la América Latina, el espejo duplicó la imagen europea: Brasil colinda con países de habla española y la gente continúa intercambiando palabras. Aquí es que veo como en el sur del país se usan tantas palabras en castellano, como rico para bonito o sabroso, remangar para levantar las mangas y muchas otras.
Pero lo que parece igual, muchas veces engaña y mucho!
Camión es ônibus.
Borracha es bêbada.
Goma si es borracha y tambien puede ser chicles.
Bolsa es sacola o saco de plástico y saco es blazer o paletó.
Oficina es escritório y escritorio es escrivaninha.
Piso es andar de edifício.
Y en la hora de torcer para su equipo preferido... hechamos porra!
Y existen muchas otras palabras para traer confusión y hacer la gente hacer oso sin saberlo!
domingo, 24 de julho de 2011
Jogo de Palavras / Juego de Palabras
Taça é = a copa que é = comedor que é = guloso que em espanhol é goloso. Daí, guloseimas se diz gulosinas.
Taça (com Z) significa privada, patente ou vaso sanitário que - sanitário é = a copo.
Mas taça (também com Z) também é xícara, que em espanhol antigo já foi jícara, assim como vermelho que é rojo, já foi bermellón, mas assim como jícara, já caiu em desuso.
Também gosto de pensar nos opostos, que só servem pra fazer confusão, quando ainda usamos a razão pra entender o idioma.
Assim como o rojo que pra quem fala português parece roxo, que é morado, apesar de parecer vermelho.
E sobrenombre que é apelido quando apellido é sobrenome.
Geralmente quem usa seu sobrenombre não se importa com seu apellido ou quem se apresenta pelo apelido, não se importa com seu apellido ou ainda quem usa sobrenome não quer ter apelido.
Se você conhece outros significados pra essas palavras, semelhanças entre elas e ainda tem outras pra acrescentar, te convido a jogar comigo.
Juego de Palabras
Taça es = a copa que es = comedor que es = guloso que en español es goloso. Por eso, guloseimas se dice golosinas.
Taza significa privada, patente o vaso sanitário que - sanitário es = a copo.
Pero taza también es xícara, que en español antiguo ya fue jícara, así como vermelho que es rojo, ya fue bermellón, pero así como jícara, ya se cayó en desuso.
También me gusta pensar en los opuestos, que solo sirven para hacer confusión, cuando todavía ocupamos la razón para entender el idioma.
Así como el rojo que para quién habla portugués se parece a roxo, que es morado, a pesar de parecerse a vermelho.
Y sobrenombre que es apelido cuando apellido es sobrenome.
Generalmente quién usa su sobrenombre no se importa con su apellido o quién se presenta por el apelido, no se importa con su apellido o aún quién usa sobrenome no quiere tener apelido.
Si tú conoces otros significados para esas palabras, semejanzas entre ellas o aún tiene otras para añadir, te invito a jugar conmigo.
Taça (com Z) significa privada, patente ou vaso sanitário que - sanitário é = a copo.
Mas taça (também com Z) também é xícara, que em espanhol antigo já foi jícara, assim como vermelho que é rojo, já foi bermellón, mas assim como jícara, já caiu em desuso.
Também gosto de pensar nos opostos, que só servem pra fazer confusão, quando ainda usamos a razão pra entender o idioma.
Assim como o rojo que pra quem fala português parece roxo, que é morado, apesar de parecer vermelho.
E sobrenombre que é apelido quando apellido é sobrenome.
Geralmente quem usa seu sobrenombre não se importa com seu apellido ou quem se apresenta pelo apelido, não se importa com seu apellido ou ainda quem usa sobrenome não quer ter apelido.
Se você conhece outros significados pra essas palavras, semelhanças entre elas e ainda tem outras pra acrescentar, te convido a jogar comigo.
Juego de Palabras
Taça es = a copa que es = comedor que es = guloso que en español es goloso. Por eso, guloseimas se dice golosinas.
Taza significa privada, patente o vaso sanitário que - sanitário es = a copo.
Pero taza también es xícara, que en español antiguo ya fue jícara, así como vermelho que es rojo, ya fue bermellón, pero así como jícara, ya se cayó en desuso.
También me gusta pensar en los opuestos, que solo sirven para hacer confusión, cuando todavía ocupamos la razón para entender el idioma.
Así como el rojo que para quién habla portugués se parece a roxo, que es morado, a pesar de parecerse a vermelho.
Y sobrenombre que es apelido cuando apellido es sobrenome.
Generalmente quién usa su sobrenombre no se importa con su apellido o quién se presenta por el apelido, no se importa con su apellido o aún quién usa sobrenome no quiere tener apelido.
Si tú conoces otros significados para esas palabras, semejanzas entre ellas o aún tiene otras para añadir, te invito a jugar conmigo.
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